Decida, decida, decida.

017_decisao_abre-231x300Quantas decisões somos convidados a tomar durante o dia. O tempo todo, que horas acordar, que roupa colocar (se você mora em Curitiba como eu sabe quão importante é esta decisão), o que comer no café da manhã, por onde começar a cumprir seu compromissos, no que pensar, para quem telefonar antes, que rua escolher como caminho, o que falar para alguém que está aflito, acolher, recolher, exortar, abraçar, empurrar. Quantas decisões.

Deixar-nos decidir foi a maior prova de amor que Deus poderia nos ter dado, ele nos colocou num jardim aberto, sem correntes e muras, sem algemas, fez uma obra de arte de amor chamada criação e soprou em nós o seu espírito, mas nada se compara com o livre arbítrio. Deus dá a nós a possibilidade de rejeitá-lo. Ele permite a criatura prescindir do criador e viver livremente, nem que seja a revelia dos seus propósitos.

Temos sim, a prerrogativa da escolha, é claro que não é uma prerrogativa absoluta, estamos presos as leis da natureza ou aos acasos da vida, porém dentro deste ambiente temos a responsabilidade de responder acertivamente. No jogo da vida você não pode escolher que cartas vai receber mas sim o que vai fazer com elas.

Decidir é minha responsabilidade, dizer que não consegue é talvez as maiores mentiras que praticamos em nosso dia. Se você quiser alcançar a lua com a força das suas pernas você realmente não consegue, mas acordar mais cedo para orar, perdoar alguém “imperdoável”, correr uma maratona, fazer novos amigos, ler mais livros, olhar mais a natureza, carta de amor para a humanidade. Isso tudo, nós podemos sim.

Esou em congresso com os pastores batistas do Paraná em SC e sei que o que vou levar daqui são minhas decisões, por isso, faça como eu: decida, decida, decida!

fonte: Pr Osmar

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1 Comentário

  1. A verdadeira oferta
    Foi durante uma “discussão” entre um grupo de amigos que me pus a pensar sobre a condição de uma oferta valorosa aos necessitados.

    Tudo começou quando em um sinal de trânsito fomos abordados por alguns pedintes que se ofereciam para lavar os pára-brisas dos carros em troca de algumas moedas enquanto abria o sinal.

    O mais exaltado dos amigos dizia; – Que eles vão procurar emprego! Detesto ter que pagar por um pára-brisa que não precisa ser lavado! E ainda mais se eu passar por vinte sinais terei então que dar esmolas a vinte pessoas! o outro dizia; – Eu prefiro, se é pra ajudar, dar comida do que dar dinheiro, porque eles certamente irão comprar cigarros, bebidas ou quem sabe até drogas!, e dentre aqueles vários motivos para não dar aquelas contendidas moedas, me veio ao coração uma certeza, que só entendi em casa lendo a Bíblia, de nada teria eu se não me tivesse sido dado antes pelo meu Pai (Jó 41.11) (Jo 19.11). Na verdade lembrei que apesar de tudo, o viciado e o ímpio também são filhos de DEUS e merecem compaixão (Mt 18.33). Sendo assim entendo que mesmo que quem lhe pede (MT 5.42) seja preguiçoso ou simplesmente um drogado, tendo você o que ofertar, ajude, porque quando ajudamos a qualquer um que necessite estaremos ajudando ao próprio Senhor JESUS. Entendo
    que mesmo o viciado precisa comer e vestir e repousar, e as vezes podemos ser benção de DEUS para ele mesmo não merecendo (NE 9.33)(2Tm 2.13).

    Um amigo crente certa vez me disse que na região onde mora, existe um mendigo que cheira cola, e quando ele o vê se aproximando vem ao seu encontro, e este amigo sempre dá algo em torno de dez centavos por dia, porém antes, segura em suas mãos e prega o evangelho.

    Estava lembrando também de outro dia em que nos juntamos para almoçarmos e após dar graças a DEUS pelo alimento, vi uma pequena criança que sendo muito pobre e tímida, ficava em pé ao lado de cada mesa do restaurante com um olhar a procura de atenção, porém sem falar nada. E mesa a mesa ela vinha em nossa direção, e como o ambiente em que estávamos era aberto, as mesas estavam dispostas na calçada do restaurante, e havia pombos que brigavam pelos grãos de arroz que eram jogados pelos clientes, que se divertiam. Porém quando a pequena se aproximou de nossa mesa eu pedi à garçonete que trouxesse mais um prato e um talher, ela logo o trouxe, e ouvi um dos amigos dizendo; – Eu sabia que você ia fazer isso, se não o fizesse eu o faria. Convidamos a jovem para sentar-se conosco e a servimos, pedimos então a mesma garçonete que trouxesse também um copo, a garçonete perguntou: – É para ela? E eu disse: – sim! Mas o copo não veio. Tivemos que dar um dos nosso
    s para ela terminar de almoçar. Sintetizando esse acontecimento não pude deixar de lembrar das palavras vivas e eficazes de nosso Senhor JESUS (Mt 25: 31 – 46).

    De resto tomo consciência que apesar de algumas opiniões serem divergentes, de quando ou como devemos ajudar, e respeitando as opiniões dos queridos amigos, sinto que de modo algum devo reter quais quer bênçãos que me venham a ser dadas pelo Senhor meu DEUS, mesmo que seja a um que me tenha cometido falta (Ro 12.20). Que a paz do Senhor esteja convosco, em nome de nosso DEUS e único Senhor Salvador JESUS amém.

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